SEDECTI divulga Observatório do Emprego e aponta crescimento do mercado de trabalho em Três Lagoas em 2025

Em relação à estabilidade dos vínculos empregatícios, o tempo médio de permanência no emprego foi de 13,9 meses, indicando um nível intermediário de estabilidade, compatível com ciclos produtivos e projetos estruturados em andamento no município.

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SEDECTI divulga Observatório do Emprego e aponta crescimento do mercado de trabalho em Três Lagoas em 2025

A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEDECTI), divulgou uma retrospectiva com o desempenho do mercado de trabalho no ano de 2025.

De acordo com o Diretor de Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade da SEDECTI, Frank Morais, responsável pelo estudo, os dados apurados consolidam um cenário positivo para o mercado de trabalho no município ao longo de 2025. No período analisado, foram registradas 30.499 admissões e 29.227 desligamentos, resultando em um saldo líquido positivo de 1.272 novos postos de trabalho. O destaque é o setor de serviços, que foi responsável por grande parte das novas vagas de emprego geradas no município.

Atualmente, Três Lagoas conta com um estoque de 44.972 empregos formais, o que representa um crescimento relativo de 2,9% ao ano, evidenciando a expansão contínua da atividade econômica local.

Outro indicador relevante é a taxa de rotatividade, que atingiu 66,4%, refletindo uma dinâmica acelerada do mercado de trabalho. Frank analisa que esse comportamento é característico de municípios com forte atração de investimentos, onde há intensa movimentação e competitividade por mão de obra.

Em relação à estabilidade dos vínculos empregatícios, o tempo médio de permanência no emprego foi de 13,9 meses, indicando um nível intermediário de estabilidade, compatível com ciclos produtivos e projetos estruturados em andamento no município.

A publicação traz ainda uma análise individualizada do desempenho de cada um dos setores (indústria, comércio, serviços, construção civil e agropecuária) nos 12 municípios que compõem o “Vale da Celulose”.

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