Polícia Penal: resultados que protegem além dos muros e impactam a segurança de toda a sociedade
Mais do que vigilância, a atuação da Polícia Penal envolve inteligência, planejamento e ações coordenadas que impactam diretamente os índices de segurança do Estado.
A segurança pública de um estado não se constrói apenas nas ruas. Longe dos olhos da sociedade em geral, dentro dos muros das unidades prisionais, a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul desempenha um trabalho contínuo, técnico e estratégico que reflete diretamente na paz social fora do sistema prisional.
Diariamente, homens e mulheres da Polícia Penal atuam para garantir a ordem, a disciplina e o controle da custódia, enfrentando desafios complexos que exigem preparo, rigor operacional e tomada de decisões precisas. É esse trabalho silencioso que impede que o crime organizado se fortaleça dentro dos presídios e que ilícitos ultrapassem os muros, colocando em risco a sociedade.
Mais do que vigilância, a atuação da Polícia Penal envolve inteligência, planejamento e ações coordenadas que impactam diretamente os índices de segurança do Estado.
Controle rigoroso da custódia e disciplina
Atualmente, a Polícia Penal é responsável pela custódia e disciplina de cerca de 17.880 pessoas privadas de liberdade, entre homens e mulheres, distribuídas em 35 unidades penais e um Centro de Detenção Provisória em Mato Grosso do Sul.
Além disso, o Estado mantém mais de 5,5 mil monitorados eletronicamente, acompanhados por uma Unidade Mista de Monitoramento Virtual Estadual, apoiada por sete polos regionais, garantindo fiscalização permanente e resposta rápida a qualquer descumprimento judicial.
Dados da Diretoria de Operações da Agepen apontam que, apenas nos nove primeiros meses do ano passado, alcançou resultados expressivos que evidenciam a eficácia do trabalho. No período, foram interceptados 144 quilos de entorpecentes, impedindo a entrada de drogas nas unidades penais, além da apreensão de 365 aparelhos celulares, que deixaram de ser utilizados para a prática de crimes.
As ações resultaram ainda na retirada de quase 3 mil outros materiais ilícitos de circulação, no impedimento de 11 fugas no regime fechado e na frustração de 20 evasões no regime semiaberto. Esses números reforçam o papel estratégico da Polícia Penal no enfrentamento ao crime organizado e na manutenção da ordem e da disciplina dentro das unidades prisionais, com impactos diretos na segurança da sociedade.
Segurança, escoltas e intervenções estratégicas
A atuação da Polícia Penal também se estende para além dos muros das unidades prisionais. Entre janeiro e setembro de 2025, foram realizadas 17.123 escoltas de internos, assegurando o cumprimento de determinações judiciais e a movimentação segura de custodiados, além de 4.589 transferências e progressões de regime.
No mesmo período, foram efetuadas 1.111 custódias hospitalares, garantindo o acesso à saúde com segurança, e 30 ações de intervenção e contenção, voltadas à preservação da ordem e da integridade de servidores e internos. As equipes também cumpriram 64 mandados de prisão e regressões de monitorados. No âmbito da monitoração eletrônica, o trabalho manteve-se igualmente expressivo, com a realização de 501 fiscalizações de monitorados e a recuperação de 164 tornozeleiras eletrônicas.
Fonte:
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